Boas Festas; Felices fiestas; Happy Holidays;Joyeuses Fêtes

Atenção! Os diários de bordo vão ter uma interrupção por motivos de festarola e muita comida à mistura. O mocho volta em 2009 para mais um ano de partilha desta blogoesfera que nunca nos deixa de surpreender.

Boas Festas a todos e até para o ano!

India - Diário de Bordo III


A caminho de Jaipur fica Samode, uma pequena vila, longe do rebuliço da grande metrópole que já ficou para trás. Com uma distância de 40Km da cidade rosa de Jaipur fica esta localidade que alberga um dos palácios mais belos que vi na vida…o Palácio de Samode.


No meio do nada e perdido entre vales e montanhas, exactamente a seguir a uma terriola onde ninguém se lembraria de viver, fica esta construção de sonho.

Construído há 400 anos pelos Rawals de Samode, o palácio de Samode é um dos edifícios mais importantes do Rajastão, e foi sendo embelezado e alargado ao longo dos séculos seguintes à sua construção.


Almoçar no palácio de Samode é uma experiência única e não é preciso fechar os olhos para imaginar que recuámos no tempo, basta olhar à nossa volta que temos a sensação que viajámos para séculos atrás. Os cheiros das flores inundam o palácio que mistura a arquitectura Rajput com a Mogol.

Hoje é um hotel, controlado pela mesma família que o mandou construir, aos hóspedes resta desfrutar a beleza extraordinária do edifício, rodeado de montanhas e bom gosto, rectifico; muito bom gosto e encantamento.


A vila de Samode é mínima, mais precisamente uma rua e qualquer coisa, mas vale a pena o passeio a pé, porque o silêncio da vila, fazia falta, mas se pensam que a vaca sagrada não anda por lá, enganam-se, ou não fosse Samode pertença deste país de sonho que é a Índia.



Até sempre Samode, até sempre porque nunca mais a minha memória te vai esquecer!

India - Diário de Bordo II


Saída para mais uma aventura, o horrível a viver paredes-meias com o hotel de 5 estrelas, a rua sem alcatrão é a casa de muitos indianos, que vivem em casebres de lata que constroem imediatamente a seguir às portas dos hotéis onde se pode mais uma vez perceber, que a Índia é também uma realidade dura longe das histórias de encantar de Marajás e Maraninis. E eis que no meio do lamaçal e do caos surgem as mulheres envergando os belos saris como se a cor fosse a fórmula mágica que se tem para disfarçar aquela imundice urbana..

Paragem: Mausoléu de Humayun! Magnifico, ao estilo de Taj Mahal, mas longe de ter a sua magia. Filho de Timur, o fundador do império Mogol na Índia, Humayun ficou sem o poder do império durante 15 anos, e recuperou o mesmo pouco antes da sua morte. A sua viúva principal manda construir este espectacular túmulo rodeado de um imenso jardim cuja água é um dos elementos principais. Com o mausoléu de Humayun, assistimos ao início da construção deste tipo de edifícios que culmina com o espantoso Taj Mahal na cidade de Agra.




No interior do edifício principal, reina a paz em absoluto silêncio quebrado apenas pelo chilrear dos pardais e pela pequena luz que se infiltra pelas belas janelas de pedra esculpidas ao pormenor.



E agora há que sair que ainda é tempo de visitar a grande mesquita Jama Masjid, mas antes há que atravessar novamente o caos pelas ruas de Velha Dehli. Fotos da mesquita não há porque no meio da confusão a máquina ficou no carro que para nós significava o paraíso que nos protegia da loucura frenética dos riquexós , motoretas, vacas, pessoas, macacos e pedintes…muitos pedintes que nos obrigavam a ignorar sob ameaça de termos mais de 50 à nossa volta caso caíssemos na tentação de olhar e dar esmola.

Com o parlamento, porta da Índia e um templo Hindu como visita extra, saímos de Dehli, e ao longe dissemos adeus ao forte vermelho que perdeu primazia face ao templo de Shiva que nos convidou a entrar antes de rumarmos a Samode….a bela vila de Samode.



Om Shanti

India - Diário de Bordo I

Nameste,


Esta foi uma longa viagem, pelo tempo e pelos sentidos…a Índia, a bela e misteriosa Índia que nos abriu as portas, onde para se atingir o belo tem de se passar e viver pelo horror de toda a nossa condição humana.


A Índia, toda ela um continente único cheio de contrastes de cores, cheiros e emoções. A viagem teve início em Delhi, cidade com 18 milhões de habitantes uma das mais antigas de todo o planeta Terra…Delhi onde a arqutectura mogol é predominante, uma cidade que apesar de influenciada não sucumbiu ao império britânico, que muito tentou mas não conseguiu impor as regras e organização tão típica do Ocidente.


A Índia em todo o seu esplendor e poder consegue mudar definitivamente a nossa forma de ver o mundo, de ver os outros, de vermo-nos a nós próprios. Ao fim de cada rua imunda pode estar as portas do belo, do magnífico, do esplendor máximo do bom gosto.


Delhi foi a primeira paragem, a cidade que nos abre as portas ao choque das emoções, onde a pobreza humana se mistura com o cheiro do caril e as cores estrondosas dos saris que são envergados pelas mulheres que orgulhosamente se sentem Indianas.

Primeira visita, complexo Qutb, onde o minarete Qutub Minar feito pelos muçulmanos com as pedras dos templos hindus, reclama para si o troféu do maior minarete do mundo com 72.5 metros de altura e 14.3 metros de diâmetro de base. Este fantástico monumento, foi declarado património mundial da Unesco em 1993 e foi o aviso das maravilhas que daí a diante íamos encontrar.


O Complexo de Qutb está carregado de histórias e ruínas de templos hindus, onde o tijolo vai do laranja ao vermelho sangue, dependendo do jogo de luzes que o Sol oferece. Definitivamente um local a não perder, grandioso e dá para aproveitar o sossego do barulho infernal da cidade, onde as buzinas não se cansam de reclamar direitos.

Sentir pele de galinha é muito fácil na Índia, e eis que a primeira emoção nos chega quando vistamos o local onde Ganhdi foi cremado, não sabemos explicar ,mas a energia do local e o sentimento que nos rebate é gigante, o local não é mais que um belíssimo jardim, e junto a uma grande placa de mármore negro arde a tocha que nos faz lembrar que Gandhi foi um Homem que morreu por uma causa…vencida….


O dia seguinte foi outra dose, mas fica para um novo capitulo deste diário de bordo pode ser?



Até Já


O Mocho vai para as merecidas férias grandes, pois quem me conhece e visita, sabe que é por esta altura que o Mocho parte para outras paragens.

Como também vem sendo hábito, na volta conto tudo como foi, até lá façam favor de ser felizes!

Nameste

Bis immer lieb Igel fliegen

Há momentos na vida que o tempo se preenche de partidas para novos rumos. A vida do mocho anda a ser pautada por momentos de despedida.


Vais sair, mas a porta da saudade já está escancarada e os olhos convidam as lágrimas para a dança nas nossas faces.


A cumplicidade, essa vai continuar aqui no meu módulo de gavetas e sempre que a saudade apertar, abro a caixa dos bons momentos e recordo-te fechando os olhos e finjo que ainda estás aqui ao meu lado.


Este foi um belo período em que o destino quis que voltássemos a estar juntos, onde a confiança apertou ainda mais as amarras e nem as tempestades mais feias conseguiram afundar o navio da nossa linda e longa amizade.


O teu barco vai agora partir e tu lá dentro acenas, e eu aqui do porto digo-te até sempre, até um dia destes porque a nossa amizade é como a Terra, redonda, e por isso as linhas da nossa vida vão voltar a cruzar-se porque é assim que faz sentido porque é assim que são feitas as amizades do coração.


Sê feliz meu ouriço voador, sê feliz porque mereces e todos nós sabemos que sim e porquê.



Resposta à crise... Hipotese 1

Sem palavras

365


O telefone tocou…eras tu, não falávamos fazia tempo, mas eu sabia que estavas à distância de um chamamento… desta vez o telefone tocou, eras tu a dizer-me…365 são os dias em que o chamamento vai ter a distância de uma saudade longa com sabores de um nervoso miudinho que nós disfarçamos entre sorrisos, fatias de bolo de noz e uma canção de karaoke mal cantada que nos remete à nossa juventude cheia de coisas bem vividas e segredos partilhados.


O telefone tocou, eu atendi, eras tu a convidar-me para um chá que ia acalmar o espanto da novidade, a tristeza da partida...365 são os dias somados das 8760 horas que vais estar longe, e nós, cá….sempre com um sorriso mal disfarçado a tentar convencer o nosso medo que o perigo é relativo.


O telefone tocou, e a conversa que tivemos durou segundos, ao contrário das milhares que já tivemos, o telefonou tocou para me dizeres que são 365 dias em que o chamamento vai estar mais longe sem possibilidade de na volta eu trazer um saco de laranjas do teu quintal….


O telefonou tocou e o seu toque deixou um aroma triste mas vincou ainda mais a certeza de que uma amizade de 20 anos tem mais raízes que os Alibustres do nosso jardim…365, são os dias que vou contar para voltar a dar-te aquele abraço que só os amigos de verdade sabem dar…


O Antes e o Agora


Descubram vocês mesmos as diferenças do jardim do Mocho.... em cima apresento-vos o Senhor Antes nascido no final de Maio...

E para que vejam e comprovem que não é só no Entroncamento que fenómenos estranhos e raros ocorrem...apresento-vos o Senhor Agora!



As flores cá de casa ganharam uma liberdade quase mística e crescem a olhos vistos...amigo Nómada, por este andar, a árvore que me confiaste estará em breve pronta para fazer parte do do plano de terrorismo Ecológico e olha que lugar para ela não falta!!!!

Quanto à restante clorofila que aqui habita, eu apenas rego e lhes dou carinho QB...o resto é mérito delas...acreditem....é a loucura e liberdade total...vai um copo de O2 perfumado com aroma de jasmim? Tchim Tchim

A Folia está a terminar na Regaleira

À dois anos atrás aqui se escreveu sobre Hamlet, a peça que a fantástica Companhia de Teatro Tapa Furos apresentava na Quinta da Regaleira, este ano a mesma companhia repõe o espectáculo Folia em Sintra.

O Mistério de uma noite de Pentecostes, invadiu a Quinta da Regaleira, durante cerca de duas horas, somos levados pelos trilhos misteriosos da Quinta onde nos convidam a morrer para nascer de novo, num ritual iniciático bem ao modelo da maçonaria.

Folia Tu és isso, é um espectáculo onde nós fazemos parte integrante do elenco, fazemos parte do mundo cénico, da história envolvente, somos igualmente espectadores e actores de um texto denso, mas muito bonito.


Pela segunda vez a companhia de Teatro Tapa Furos consegue surpreender-me pelo exemplo do excelente bom gosto e originalidade, eu consegui morrer naquele poço e sentir que renascia a cada degrau que subia depois de uma longa caminhada pelos túneis sombrios de uma Quinta que nos encanta e atrai.

Até 14 de Setembro, quem puder não pode perder, FOLIA, O mistério de uma noite de Pentecostes, onde os rituais das festas do Espírito Santo se misturam com rituais iniciáticos de uma nova vida, de uma nova esperança….Definitivamente a não perder!!!!


Quatro;Four, Cuatro; Quatre; Quattro;Vier;τέσσερα

São 4; 4 são os anos que este poiso tem, por aqui já muito se disse, tolices, emoções, palavras de amizade, de escárnio, de mal dizer, aqui já se falou de livros, de música, de silêncio de coisa nenhuma.

O Mocho Falante faz 4 anos, uma olimpíada com altos e baixos, com mais ou menos escritos, com mais ou menos presenças, mas sempre com a mesma intensidade.

São 4 anos com visuais variados, com mais ou menos leitores, uns partiram, outros chegaram e até houve outros que voltaram com os seus comentários. Depois há aqueles que por aqui passam mas que por uma razão ou por outra, são leitores passivos mas não menos importantes dos que carinhosamente comentam cada post, cada palavra, cada tolice que aqui se diz.

Tentando fugir ao óbvio (que nem sempre consigo), o Mocho Falante vai mantendo-se fiel aos seus princípios…a lealdade, a frontalidade e claro as cretinices que não dispenso de aqui publicar.

Obrigado por partilharem esta jornada comigo, quanto a mim vou tentando não vos (me) desiludir, prometendo já, que a seguir a esta Silly Season, os posts voltam a ser mais cadenciados e com menos espaço de tempo entre eles…entrentanto vão-me perdoando o silêncio mas ando a curtir os ares do campo.

Até já

Portugal além fronteiras

Global é aquele famoso jornal de distribuição gratuita que na sua publicidade faz chacota à sua concorrência dizendo que os outros apenas dão notícias sem conteúdo ou vazias de interesse, enchendo as suas páginas com informação sem valor acrescentado, do tipo no Porto vivem muitos Portuenses.

Lá no emprego todos os dias recebemos o dito periódico e meus amigos o ponto alto da manhã é quando lemos as suas notícias, que para além das gralhas e erros ortográficos, já conseguimos saber que o marido da Angelina Jolie não é o Brad Pitt e que Guincho se escreve Gincho.

Mas meus amigos, a pérola da cretinice deste periódico que se julga acima de todas as distribuições gratuitas foi esta:

Férias em Família para Paços de Ferreira pela pechincha de 1102€ e pensei logo, “ok um preço justo se estiver incluída uma mobília de sala de jantar, mas o mais extraordinário é que a malta pode ir a Paços de Ferreira de avião pela companhia aérea Lufthansa via uma qualquer cidade europeia...brilhante! fantástico no mínimo original. E agora o mais engraçado de todo este conjunto é que pela módica quantia de 1102€ pode-se fazer um circuito em autocarro por Paços de Ferreira com guia a falar português!!!!! Excelente, e ainda bem que assim é porque certamente ninguém ia perceber os conterrâneos lá da Terra pois desconfio que falam Suomi e não português.

E mais, ficam a saber que no preço simpático desta fantástica viagem a Paços de Ferreira pela Lufthansa, via uma qualquer cidade europeia, está incluído 7 pequenos almoços buffet e refeições, agora meus amigos se o gasóleo aumentar ou se houver algum atentado, já sabem as taxas de aeroporto e de segurança podem sofrer alterações significativas.

PS: Só mais uma nota. Se oferecerem alguma mobília o excesso de peso de bagagem é por vossa conta.



Um dia Especial

Ontem foi de facto um dia especial, estar com quem mais amamos é sempre bom e muito especial.

Ontem foi um dia que podia ser igual a muitos outros, mas a cumplicidade voltou a dar-nos as mãos e junto celebrámos o meu dia de aniversário no cantinho especial aqui do meu terraço. Este lounge chill out é para vocês que fazem parte da minha vida e por isso merecem uma mão cheia de carinho e um espaço onde podem deitados, relaxar ao som da água dos incensos e da musica.

Hoje foi com surpresa que percebi que alguém na blogoesfera também se lembrou que ontem era um dia especial para mim, e hoje foi com espanto que cheguei ao cantinho da nossa querida Tulipa e lá estava um post carregadinho de sensibilidade e muito bom gosto e todo dedicado a mim. E assim comecei a receber votos de feliz aniversário aqui no Mochofalante. E assim comecei bem o meu dia já com mais um ano de vida.

Este ano decidi não fazer post sobre o meu aniversário mas fez a Tulipa por mim e o resultado foi uma onda de carinho que chegou até mim através das mensagens que recebi.

Obrigado a todos, é também por isto que sabe tão bem pertencer a esta comunidade tão especial.

Bem Hajam

It's a Kind of Lier



A ideia era fazer do Mosteiro de Alcobaça palco de um feito nunca visto (e foi na verdade). Dizem os mais exagerados que o dito Monumento ia por momentos desaparecer sob a magia poderosa de Luis de Matos, o pseudo Copperfield tuga. 

E cá vai disto, a autarquia passa um cheque de 180 mil euros ao dito vendedor de passos de magia e em 20 minutos Luis de Matos faz desaparecer, não o monumento, que certamente era grande de mais para colocar dentro de uma cartola ou de uma caixa de ilusionismo, mas sim o valor astronómico do cachet que cobrou à câmara de Alcobaça. 

E o que viram os espectadores? Nada de espcial aenas isto…17 minutos de filme sobre os espectáculos dados pela celebridade tuga e 3 minutos de um único truque em que qual Houdini, Luiz de Matos se desembaraça de umas cordas, e desaparece do palco para nunca mais voltar…e assim se fez o The End do tão esperado e espendioso espectáculo. 

Resumindo e baralhando, deu 20 minutos de espectáculo em que 17 dos quais foi puro Blockbuster e em 3 minutos provou à autarquia como se engana o erário publico enquanto o diabo esfrega um olho, neste caso enquanto o público esfrega a vista,  sim porque entre uma dentada numa cornucópia e um espirro, o público que pagou cerca de 20 euros para ver o extraordinário mágico, corria o risco de ficar com o cérebro a abanar…por não ter visto nada a não ser pelicula de publicidade do respeitoso mágico. 

Quanto aos apupos de que foi alvo, a vedeta do show biz portuga apenas disse do alto da sua grande arrogância….180 mil euros é um valor justo, afinal de contas não anda a promover iogurtes nem foi lá para vender refrigerantes…toma e embrulha!

Musiquinha boa

Foi uma descoberta, aliás uma bela descoberta pela mão da querida amiga Raka que para me animar num dia mais escuro deu-me a ouvir duas músicas deste grupo, no mínimo suigeneris, original e com muito bom gosto.

E foi assim que travei conhecimento com os Deolinda e com uma forma musical que para mim é uma mistura de Madredeus com a energia de uma Hermínia Silva, não sei explicar muito bem o que sinto quando oiço os Deolinda, não é fado, não é musica ligeira, é uma espécie de tudo com muito bom gosto, o Álbum chama-se “Canção ao Lado” e vale mesmo muito a pena comprar, as faixas abordam os temas mais variados, passando pelo amor mais naif até às letras com sabor a revolução modernaça.

É obrigatório passar os ouvidos por eles, e mesmo se não gostarem pelo menos não podem dizer que não são originais.

Os Deolinda a mim divertem-me e no caminho até casa, vou escutando letra a letra, fazendo-me esquecer das coisas chatas da vida e dos imbecis que por vezes nos rodeiam.

O sitio da Internet dos Deolinda é http://www.deolinda.com.pt/ , vão até lá e descubram toda a originalidade deste grupo bem divertido.

Obrigado Raka, por este “presente” que tanto gostei e que tão bem me fez naquele dia de aziago…é bom saber que ainda há muito boa música portuguesa para se ouvir….Parabéns aos Deolinda agora é continuarem se faz favor!

Mudar faz bem...oh se faz

E tal como vos tinha dito, a minha ausência teve um propósito muito bem definido, o Mocho Falante, mudou de poiso, voou do reboliço da cidade para assentar arraiais por zonas mais calmas, mais “limpas” de barulhos e confusões. O Mocho veio para o campo, porque é no campo que se sente bem.

Era um objectivo de à muito tempo que agora foi finalmente alcançado, viver numa casa no campo é realmente diferente, e deixar o município de Isaltino Morais para vir para os domínios de José Maria Ministro dos Santos foi de facto um salto de grande aventura.

A tapada de Mafra toca quase na nova casa do Mocho, onde à noite as amistosas corujas piam como se estivessem a dar as boas vindas ao ritmo das cigarras que loucamente cantam a noite inteira.

Para perceberem o porquê desta mudança radical, abro-vos um pouco a porta da minha intimidade para que possam ver as obras no jardim do mocho que aos poucos vai ganhando forma.

A jardinagem é algo que sempre muito me agradou, e agora com um espaço maior posso dar asas à imaginação neste capitulo.

Ao amigo Nómada quero dizer que a árvore a qual me depositaste a tua confiança, está firme num posição privilegiada, assim cada vez que olhar para ela, hei-de sempre recordar a tua lealdade, sinceridade, e todos os ensinamentos que me transmitiste quando me deste a fantástica oportunidade de poder partilhar contigo toda a tua experiência e companheirismo que fez de ti muito mais que um chefe…Obrigado por tudo e especialmente por seres quem és.

E pronto aqui fica o primeiro post, directamente do concelho de Mafra, com as fotos do novo jardim do Mocho…espero que gostem porque de tempos a tempos, novas flores virão alegrar aqui o poiso…Se os Deuses primitirem.

O Regresso

E pronto… ce fini, o período sabático foi para as couves e o Mocho Voltou!


Depois conto tudo e os porquês desta ausência, com fotos e tudo se for possível…agora apenas vos digo que este mocho deixou de ser citadino, para passar a ser campestre e mais não digo, porque esta é a ocasião de vos dizer que estou de volta e cheio de vontade de postar coisas novas…

Até já então!

Até Breve

O Mocho Falante vai entrar numa espécie de hibernação. São as vicissitudes da vida, mas prometo que depois vos conto o verdadeiro motivo deste encerramento temporário.

Por outro lado, vou sempre, na medida do possível, espreitar as vossas “casas” e claro dar as bicadinhas da praxe, por outro lado podem vir sempre até cá nem que seja para ouvir a música que temporariamente vai ainda tocando. Não sei por quanto tempo este afastamento vai demorar, mas ainda não terminei este post e já a saudade aperta…

Até voltar, façam lá favor de serem felizes pode ser? CLARO QUE PODE.

Beijos e abraços a todos aqueles que sempre me visitaram com ou sem opinião expressa, esta é a verdadeira comunidade, da qual já estou cheio de saudades

O Mocho Falante

The New Path


Olhou para o jardim pela última vez, a glicínia acenava despedidas em tons de lilás. A vizinha da frente continuava a rotina diária de passar a ferro com o olhar ausente de uma tristeza presente.

O trinco da porta anunciava a chegada de uma nova caminhada, de um novo destino, de uma nova aventura. A brisa do meio da tarde ensaiava melodias que jamais as acácias tinham escutado e ao som do chilrear de um rouxinol do Japão, ele semicerrou ou olhos e as imagens dos tempos ali passados parecia que lhe tocavam nas pálpebras, nas palmas das mãos, no mais ínfimo da alma… sorriu e entre a distância do vidro e do vento que lá fora soprava suave, despediu-se daquela alegria estival que brilhava em todo o seu esplendor de uma primavera ainda tímida mas cheia de força para se impor. A água da fonte brilhava com a força do Sol transformando-se num espelho de formas irregulares que ofuscava o reflexo das imagens.

Deu trinta passos, e a porta fechou-se atrás de si, e o suspiro de uma saudade já instalada deu lugar a uma nova esperança de alegria que agora abria as janelas para o receber de braços abertos.

Socorro quero uma colher de pau


Soube este Mocho que o seu poiso está interdito lá para os lados da China. Vamos lá saber porquê, mas a verdade é que os chinocas se tentarem navegar pelo poiso deste Mocho desbocado, não conseguem, as portas da liberdade estão encerradas, para este simples blog lá para os lados de Pequim.

Do outro lado do planeta Hugo Chavez proíbe a série Simpsons por considerar que a família mais suigeneris do mundo da televisão, é um atentado à moral e aos bons costumes.

Mugabe continua a teimar que o país é dele e que dali não sai, dali ninguém o tira. Novamente do outro lado do mundo os chinocas continuam à paulada na mona dos monges tibetanos e continuam a afirmar que a culpa é do sócio de manto vermelho chamado Dailai Lama.

Com tanta confusão por esse mundo fora e eu ainda tenho a coragem de me queixar das cretinices que se passam no meu trabalho???
Mesmo com a confusão que se passa por ess mundo fora, e se ainda tiverem tempo para analisarem se querem oferecido uma cretina das grandes, eu tenho para troca nem que seja por um abat-jour de veludo velho...aceitam-se propostas, estejam e sintam-se à vontade, não se acanhem, mas desde já aviso que o material é do tipo oportunidade do Ikea, quem compra não tem direito a devolução...

Enjoy...because it's a Joy



Hoje num comentário da nossa muito querida Kalinka, percebi que ando aqui já faz algum tempo e que na verdade sou um sortudo por conhecer, mesmo que virtualmente, gente fantástica que são…VOCÊS.

O Mocho Falante anda um pouco distante, são as vicissitudes da vida que nos rouba cada segundo como que a reclamar todo o tempo só para si.
Apesar de um silêncio um pouco anormal para o poiso, quero-vos dizer que aqui estou e que não tenho a porta fechada, ela está encostada e sempre à espera de vos receber de asas abertas.

A nossa doce Kalinka escreveu-me também que a “melhor maneira de acabar com um blogue é fazer longas pausas, terminar e depois voltar, enfim, parecer inconstante... Isso faz com que os leitores percam o interesse e desapareçam.”, quero-vos dizer que apesar do meu silêncio estou de pestana bem aberta e a bisbilhotar todos os vossos poisos, bicando aqui e ali, enganando assim a vida que me anda a exigir toda uma atenção desmesurada.

O Mocho Falante anda meio adormecido, mas não nos braços de Morfeu, o Mocho Falante anda num voo mais distante, mas sem vos esquecer acreditem.

Este post vai servir também para mandar uma mensagem cheia de energia positiva e com uma luz bem brilhante para a nossa Kalinka cuja vida anda a pregar-lhe umas partidas, e por isso directamente aqui do meu poiso querida Kalinka, aqui vai o meu sorriso para que sejas contagiada por uma onda de felicidade e que no teu rosto se espalhe uma paz merecida.

Kalinka, queremos-te/quero-te aqui por perto, sempre a escrever, sempre a transmitir as tuas emoções porque só assim é que a blogoesfera tem sentido e piada.

Daqui do poiso, um grande bem haja a todos vós que me visitam, beijos a elas, abraços a eles e que este som de Africa abra a porta da alegria à Kalinka e a todos vós, eu tenho a certeza que vai abrir, agora é fechar os olhos e ver o por do Sol naquele Céu Vermelho vivo que promete que o amanhã vai ser novamente um dia brilhante e cheio de luz.

Kalinka tu és uma “Woman of Spirit” e por isso toda esta música é para ti que bem mereces que bem precisas…desfruta-a...
Ps: Já viste como podes ter tantas cores bonitas à volta do teu nome, à volta da tua vida?

As verdades Absolutas


Afinal de contas, quando menos esperamos e estamos com a ideia que nada se passa a não ser a subida de juros e a crise instalada, eis que surge o inevitável…agora passamos a ter mais duas preocupações, sim lerem bem duas!

Ora mais depressa dissesse que ele andava muito caladinho, mais rápido o sócio dava à língua.

Agora são 13, 13 são os pecados capitais que nos podem levar ao 5º dos infernos…segundo ele…., mas agora vamos tentar explicá-los bem, mas à luz do novo acordo ortográfico lusitano e além fronteiras, esta sim é a segunda preocupação da malta.

Assim o Vaticano receando ficar ainda mais bolorento inventou mais 6 moderníssimos pecados, a língua portuga para não ficar moribunda decide igualmente dar um pulo no progresso do bem falar e do bem escrever.

Ora vamos lá por os dedos em acção, quer dizer ação que isto agora é supé modernaço escrever nas fomas mais fashion do momento. Então lá vai…

Se bem se lembram foi o Tio Gregório que fixou em 7, 7 são os pecados que nos fazem arder nos confins do Inferno, são não, eram, porque agora para ser mais didáctico, quer dizer didático, os pecados capitais passam a ser 13, ora que raio de número, parece que é bruxedo.

O Xô Bento não perde tempo para ficar nos anais da história, não só como o Papa mais cretinóide de toda a Era Cristã, mas também como aquele que moderniza os pecados capitais. Assim à lista dos famosos 7 (não falo dos livros da Enid Blyton), os novos pecados capitais vão na direcção, ou melhor escrevendo, na direção optimizada, enfim ótimizada às necessidades da modernidade e dos dias que correm.

Iniciamos a descrição pelo número 1: Não à manipulação genética!

Muito bem, o homem tem visão, a manipulação genética é um perigo, que diga Xô Bento que o mau feitio que tem não foi resultado de um mau baptismo, ou melhor, batismo, Xô Bento é certamente uma manipulação genética do Dark Vader da Guerra das Estrelas, assim, sendo a manipulação genética um pecado, sempre previne que se faça outro igual a ele e ainda bem que assim é, porque já nos basta um para nos moer o juízo e torrar a paciência, bom passamos à seguinte actualização, quer-se dizer atualização:

Número 2: Nada de uso de drogas.

Nem um charrito, ó Xô Bento, mas então como é que a malta vai achar didáctico, ups, didático os seus sermões se não for com uma dose de um belo charro do tamanho de um zeppelin? Hum Xô Bento? Como é que vai ser a nossa vida? Assim não dá!

Número 3: Desigualdade Social, é agora que o senhor vai vender a colecção, ou melhor a coleção de sapatos Prada e todas as jóias magníficas que é proprietário e passar a viver num condomínio de habitação social para perceber o que é de facto a desigualdade social, estou abismado com a sua astúcia S. Santidade!


Número 4: Poluição Ambiental, não está mal não senhor, agora Xô Bento passa a viajar a pé ou de bicicleta e o Papamóvel passa a andar à força de estrume de cavalo ou passa a ser eléctrico, melhor dizendo elétrico com baterias recarregáveis à luz solar, óptimo….ou melhor ótimo!

Número 5: Não ao aborto! Tá certo, Xô Bento passa então a albergar todas as criancinhas que nascem por acidente pois métodos contraceptivos , lá estou eu outra vez…contracetivos, são obra do demónio.

E finalmente o Número 6: Não à Pedofilia, pronto lá está armado em desmanchas prazeres, então agora como é que se vão divertir os cónegos americanos hein?

Francamente Xô Bento, o senhor até parece um anti-religioso, ou dizendo no melhor português…antirreligioso, com tantas restrições, agora 13, a malta nem pode respirar o cheiro do charro do vizinho sob a ameaça de aquecer o befe nas brasitas do belzebu, não se pode divertir sem primeiro pedir o BI do parceiro, e brincadeiras não inclui sexo explícito pois esse, só depois do casório e para a procriação apenas, porque isto de abortar é coisa do demónio, nada de poluir nem com flatulência indesejada, há que ser pobrezinho tal como diz na cantiga da defunta Amália, "Uma Casa portuguesa”; e a manipulação genética é que nem pensar, porque Bento só há um, o Xô e mais nenhum porque assim é que está óptimo, ou melhor ótimo!

Primeiro estranha-se depois entranha-se

Ando muito calado não é? Pois acreditem que até eu acho estranho estas minhas ausências aqui pela Blogolândia, pois bem, neste país não se passa nada, o Bento XVI anda caladinho que nem um rato, não tenho viajado, e não me apetece escrever só por escrever, até para que não apanhem grandes secas com posts que nada dizem…

O mês de Março anda frio, apetece ficar em casa mesmo quando o Sol lá fora brilha tentando enganar o pessoal que a terra está quente e que se pode ir ver o Mar.

Ainda meio adoentado, decido não me deixar enganar por este Sol de Inverno e corro até ao Blockbuster para me encher de filmes que tanto queria ver e que na altura me escaparam.

Desta vez elegi Zhang Yimou, e foi assim que no fim-de-semana comecei finalmente a ver e a deliciar-me com 3 obras deste cineasta chinês que nos envolvem em cor e na perfeita sintonia entre a imagem e os enredos de cada história que nos leva a lugares longínquos, lá bem para o Oriente.

Comecei por ver “ O Segredo dos Punhais Voadores” (House of Flying Daggers), 2004.

A história possui uma intensidade emocional que aumenta com o poder das cores e com a excelência da fotografia.

A Casa dos Punhais Voadores, é uma sociedade secreta que rouba aos ricos para dar aos pobres. O imperador pretende a todo o custo que a sociedade seja desmantelada. Mei, é capturada e logo os capitães do regime simulam uma falsa ajuda na sua libertação, para que ela os leve até ao lugar secreto onde os líderes da Casa dos Punhais Voadores se reúnem, mas tudo se complica quando o amor intervém na trama da história.

Ainda meio azamboado com o que tinha visto, coloquei novo filme, desta feita, teve lugar o fabuloso “A Maldição da Flor Dourada” (Curse of the Golden Flower). Na véspera do festival dos Crisântemos, o palácio do imperador enche-se de flores amarelas. O imperador regressa a casa com o seu filho para passar as festividades em família.
Entretanto as relações com a Imperatriz, a bela Li Gong das “Memórias de uma Geisha”, ficam para o bera e coisa azeda. Durante anos, a imperatriz mantêm uma relação secreta com o enteado, quando este na verdade tem o sonho de fugir com o seu grande amor que é a filha do médico imperial. Por outro lado o príncipe Jai preocupa-se com a saúde da mãe e com a sua obsessão em bordar flores douradas. O imperador, esse, anda a arquitectar um plano secreto e bem maquiavélico, é o típico slogan da vingança ser um prato que se serve frio.

E como não há uma sem duas, nem duas sem três, decidi ver “Herói” (Hero) 2002, que conta a história de Qin, o imperador que viria a constituir a primeira dinastia chinesa.

O país estava dividido em sete reinos, Qin, Zhao, Han Wei, Yan, Chu e Qi que durante anos lutaram entre si pela supremacia, O reino de Qin era o mais poderoso e foram várias as tentativas de assassinato ao seu Rei.

Mas de todos os que o tentavam assinar, Qin apenas receava os três famosos e lendários matadores; Espada Quebrada, Neve e Céu.


A derrota dos três assassinos dava acesso a uma montanha de ouro e uma audiência privada com o Rei. Durante 10 anos nunca ninguém reclamou tal prémio, até que aparece Sem Nome, que consigo transporta as três espadas dos terríveis assassinos como prova da sua vitória. O rei logo se prontificou a ouvir a sua história na audiência privada. O que Sem Nome não contava era com a astúcia de Qin e do seu enorme conhecimento sobre o inimigo.

3 Filmes de Zhang Yimou, que vale a pena ver bem enrolados no sofá com uma chávena de chá verde, para condizer com o ambiente e com o sistema de som bem afinado para que não percam pitada dos efeitos sonoros nem da banda sonora de cada uma destas obras-primas do cinema…aluguem e vão ver que não se arrependem.

A tradição já não é o que era!


A tradição já não é o que era, tenho a certezinha absoluta disso, ir agora ao ginásio já não é sinónimo de estar inscrito na classe especial de Homens do Atlético Clube de Lisboa, agora ir ao ginásio é para praticar Schiwinn Cycling, Stretching entre outras parafrenálias que nem sabemos muito bem como apareceram nem o que são.

Aqui o Mocho farto de sedentarismos, achou que o melhor era mesmo fazer algum exercício e assim sendo, vai de se inscrever num desses ginásios supé modernos e mai não sei quê, cheios de estúdios que substituíram os velhinhos pavilhões com o seu cheiro característico e que até têm sauna e banho turco incluído…um chiquê portanto, são tão chiques tão chiques que até o pé de atleta se sente mal e acha ofensivo atacar o pézinho que tão elegantemente calça um chinelo da Speedo.

Mas pronto o Mocho, para que todos saibam convenceu-se que o melhor seria mesmo inscrever-se se quisesse evitar que as articulações se passassem a chamar Maria das Dores das Artroses.

Vai daí que depois de duas sessões do modernaço cardiofitness decidiu num belo Sábado de manhã experimentar super fashion Body Pump!!!!

A violência foi tal que me deixou KO durante 3 dias, aliás, os bracinhos mal conseguiam levantar a colherzinha da sopa feita especialmente para acamados.

Xiça penico foi cá um esticão que ainda tenho o corpo que mais parece que foi atropelado por uma Berliet.

E à conta do Power Jump, do Body Combat; do Kimax e do diabo a 4, dei por mim a esgravatar nas fotos de juventude onde eu, sim o Mocho, era um atleta em peras no que toca a ginástica desportiva.
E assim fui navegando pelas memórias da infância, até que dei por mim a recordar os livros da famosa Anita, e ALTO! Que até essa sócia evoluiu e adaptou-se à era moderna, ora aqui estão alguns exemplares da famosa colecção mas adaptada à realidade em que vivemos, passo a apresentar:

Exemplar dedicado aos jovens que ao inicio da noite já nem sabem o seu nome e que tratam o vomito e coma alcoólico por TU!


Escrito a pensar nos jovens mais radicais que não conseguem viver com o nível de adrenalina abaixo de determinada medida, jovens sedentos por terem um cartão de associados de uma qualquer entidade terrorista.

Ganda Maluca esta Anita!


Livro aconselhado para todas as jovens anorécticas, com dicas de como enganar os papás e estratégia de fugas clandestinas Não existem cá tabus para esta nova Anita, nada como sair fora do armário e afirmar que definitivamente o Lilás é a sua cor…a sua bandeira, assim mesmo é que é ó Anita pá!

Bem afinal, esta Anita surpreende tudo e todos, afinal esta Anita também é adepta de uma liberdade sexual sem precedentes, mas com alguns acidentes de percurso. Agora fiquei curioso com o que terá acontecido à amante professora de música...será tema certamente para uma nova edição.


Mesmo na versão francesa, também Anita sofre pelos esquecimentos que a impossibilitam de ter um noite de grande agitação...é a vida Anita, é a vida.... A esta Anita ninfo nem o Além lhe escapa, aliás pode ver-se pela cara de aterrorizada dos fantasmas.
Nunca é tarde para a descoberta, afinal estamos sempre a tempo de aprender novas experiências...mas cá para mim, esta edição é um pouco mais do mesmo, depois dos livros anteriores o que será que a esta nova Anita ainda lhe falta aprender?????Falsa....!Pois é, como diz o outro, até os animaizinhos gostam!


Hummm aqui uma Anita na sua versão mais sadomaso...humm gosto desta Anita pá...e o cão vouyer que se cuide.
E por último este belo exemplar que fala do matrimónio, da felicidade, ou será de sexo com animais????

E pronto chega de Anitas, porque tá na hora do Reumongel e de 3 doses de Adalgur, até um dia destes, porque depois deste post do tamanho de um comboio fiquei também com as falanges doridas que era a única coisa que ainda tinham escapado aos malditos pesos do hiper mega, ultra modernaço...Body Pump.

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