Ando muito calado não é? Pois acreditem que até eu acho estranho estas minhas ausências aqui pela Blogolândia, pois bem, neste país não se passa nada, o Bento XVI anda caladinho que nem um rato, não tenho viajado, e não me apetece escrever só por escrever, até para que não apanhem grandes secas com posts que nada dizem…O mês de Março anda frio, apetece ficar em casa mesmo quando o Sol lá fora brilha tentando enganar o pessoal que a terra está quente e que se pode ir ver o Mar.
Ainda meio adoentado, decido não me deixar enganar por este Sol de Inverno e corro até ao Blockbuster para me encher de filmes que tanto queria ver e que na altura me escaparam.
Desta vez elegi Zhang Yimou, e foi assim que no fim-de-semana comecei finalmente a ver e a deliciar-me com 3 obras deste cineasta chinês que nos envolvem em cor e na perfeita sintonia entre a imagem e os enredos de cada história que nos leva a lugares longínquos, lá bem para o Oriente.
Comecei por ver “ O Segredo dos Punhais Voadores” (House of Flying Daggers), 2004.
A história possui uma intensidade emocional que aumenta com o poder das cores e com a excelência da fotografia.

Ainda meio azamboado com o que tinha visto, coloquei novo filme, desta feita, teve lugar o fabuloso “A Maldição da Flor Dourada” (Curse of the Golden Flower). Na véspera do festival dos Crisântemos, o palácio do imperador enche-se de flores amarelas. O imperador regressa a casa com o seu filho para passar as festividades em família.
E como não há uma sem duas, nem duas sem três, decidi ver “Herói” (Hero) 2002, que conta a história de Qin, o imperador que viria a constituir a primeira dinastia chinesa.
O país estava dividido em sete reinos, Qin, Zhao, Han Wei, Yan, Chu e Qi que durante anos lutaram entre si pela supremacia, O reino de Qin era o mais poderoso e foram várias as tentativas de assassinato ao seu Rei.
Mas de todos os que o tentavam assinar, Qin apenas receava os três famosos e lendários matadores; Espada Quebrada, Neve e Céu.





Livro aconselhado para todas as jovens anorécticas, com dicas de como enganar os papás e estratégia de fugas clandestinas
Não existem cá tabus para esta nova Anita, nada como sair fora do armário e afirmar que definitivamente o Lilás é a sua cor…a sua bandeira, assim mesmo é que é ó Anita pá!
Bem afinal, esta Anita surpreende tudo e todos, afinal esta Anita também é adepta de uma liberdade sexual sem precedentes, mas com alguns acidentes de percurso. Agora fiquei curioso com o que terá acontecido à amante professora de música...será tema certamente para uma nova edição.
Mesmo na versão francesa, também Anita sofre pelos esquecimentos que a impossibilitam de ter um noite de grande agitação...é a vida Anita, é a vida.... A esta Anita ninfo nem o Além lhe escapa, aliás pode ver-se pela cara de aterrorizada dos fantasmas.
Nunca é tarde para a descoberta, afinal estamos sempre a tempo de aprender novas experiências...mas cá para mim, esta edição é um pouco mais do mesmo, depois dos livros anteriores o que será que a esta nova Anita ainda lhe falta aprender?????Falsa....!
Pois é, como diz o outro, até os animaizinhos gostam!
Hummm aqui uma Anita na sua versão mais sadomaso...humm gosto desta Anita pá...e o cão vouyer que se cuide.
E por último este belo exemplar que fala do matrimónio, da felicidade, ou será de sexo com animais????





Depois é descansar no 

Em 














Se tiveram coragem vão até à Universidade de Bristol que mesmo ao lado têm uma enorme exposição egípcia para os mais eruditos, senão dão um pulinho até 



