Owl is Back Folks!!




Pessoal o Mocho está de volta de terras de Vera Cruz...Os diários de bordo vêm a caminho para não perderem pitada valeu? Ó Xenti se Valeu!

Até já

Inté

Malta, vou lá e já volto prometo que depois vos conto tudo...

Querida Caracolinha do Meu coração aqui fica esta música para ti para ires cantando que eu levo-te a ti e ao resto da pandilha no meu saco da amizade para o poder abrir sempre que a saudade apertar...

Sárává!!!!

O Desperdício


Andava há duas semanas a pensar se deveria escrever sobre o filme de Mel Gibson “Apocalypto”…mas depois de ter recebido a noticia de que é um dos principais candidatos aos Oscars deste ano, não resisti em deixar aqui a minha dica sobre o dito filme.

Na verdade trata-se certamente de um tributo ao atletismo já que a personagem principal do filme corre as três horas do puro desperdício de película de filme, e como se não bastasse junta-se a tal esforço uma homenagem certamente ao Silvester Stalone uma vez que o rapaz não se fica apenas pelos dotes de corredor como também mostra as suas capacidades de um fabuloso combatente digno de fazer roer de inveja um qualquer Veterano do Vietname.

E assim Mel Gibson apresenta-nos Apocalypto o corredor mais veloz da história do cinema com um upgrade de combatente da selva mas sem armas de fogo…Toma lá Rambo que com esta é que não esperavas….
A violênica continua gratuita, coisa que o realizador já nos habituou...

UM FILME A PERDER
…. Com certeza que sim!

Os Filhos e os Enteados



Estou irritado, ahh podem crer que estou.

Anda tudo sem vergonha na cara! Este país está cada vez mais cara de pau.

Ontem fui a um jantar muito especial e o vinho esse era 5 estrelas, muito aveludado com certo sabor a madeira, um tinto muito bem escolhido….apeteceu-me ficar ali na mesa a comemorar a data sempre com o copo a meio com o néctar semi aquecido e ir bebericando à medida que a conversa boa fluía. Mas em vez de fazer o que a vontade me ordenava parei porque sabia que a seguir tinha o carro à minha espera. O último copo, esse ficou por acabar, mas cheguei a casa sem peso na consciência.

Ontem provavelmente à mesma hora em que saí do magnifico jantar, o actor João Cabral e o jogador Luisão foram alvos com mais 20 anónimos de uma operação stop. O jogador e o actor foram apanhados com cerca de 1.3 de álcool no sangue o que dá direito a uma choruda multa, prisão e apreensão de carta durante uns mesitos… Muito bem…muito bem o tanas!!!!!!

Na dita operação STOP da nossa polícia foi também apanhado um serralheiro civil com taxa idêntica de alcoolémia. É figura Pública? NÃO! É pessoa importante? NÃO! Tem boas cunhas? NÃO! Então paga multa fica sem carta e vamos ver se não vai passar uns tempos ao xelindró.

Ora o jogador Luisão apesar de estar perdido de bêbado ao volante apenas vai ter como sanção, umas horitas em trabalho comunitário, possivelmente quem sabe se não irá estar num quiosque do Benfica a angariar sócios, quanto ao actor João Cabral o juiz ainda não sabe qual o castigo que lhe vai aplicar quem sabe se não será apenas tautau ou um piqueno ralhete por ser tão notty boy…isto tudo por serem figuras públicas…,mas que grande cara de pau hein?

Agora pergunto ao senhor juiz e ao seu chefe, o ministro da justiça….Então lá por serem pessoal conhecido há um sistema judicial especial só para eles???

Eu até acho que por serem figuras públicas seja isso o que for, deveriam ser e dar o exemplo para os demais…quanto ao serralheiro….azar….tivesse conseguido ser capa da Caras ou ter saído na primeira página do Record e a sua sorte seria bem diferente…

Ora se a justiça portuguesa fosse cagar à mata e limpasse o cuzinho a um raminho de urtigas é que fazia bem…

A tradição não é nem pode ser o que era



Por vezes a tradição não tem mesmo de ser o que era, pois cai no risco de ficar em desuso, fora de moda, intragável, algo que já ninguém quer nem dá importância.

Um exemplo disso é o circo tradicional, é uma arte que foi ficando ultrapassada e que não acompanhou as exigências e as tecnologias actuais.
Ver animais enjaulados completamente deprimidos é um espectáculo decadente aos olhos de qualquer um e só os mais vesgos é que não topam a infelicidade dos bichos que se submetem ao poder do tratador…Mas está claro que os responsáveis pelas artes circenses em Portugal e do resto do mundo negam o mau estar daqueles animais que vivem horas a fio em jaulas minúsculas e que o único momento de liberdade etérea é quando na arena do circo se submetem a números no mínimo indignos face à sua condição de ser vivo…digam lá se não custa ver os felinos com ar de pura submissão perante um tratador que à conta do chicote e de uma arma escondida mostra cobardemente o seu poder…e depois vangloria-se do amor que tem pelos imponentes animais.

E há excepções à regra? Claro que há…Chama-se Cirque du Soleil ,fundado em 1984 por dois ex-artistas de rua, Guy Laliberté e Daniel Gauthier, é um circo moderníssimo e que devolve toda a dignidade a esta arte milenar. Orgulhando-se e fazendo estandarte de ser um Circo sem animais, o Cirque du Soleil está carregado de actuações fabulosas e com espectáculos fixos em várias cidades do mundo.

Tendo como base no ballet, opera e rock, o Cirque du Soleil tem uma vasta equipa que se responsabiliza pelo Casting dos artistas, ao guarda roupa, sonoplastia, coreografia etc…
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São mais de 40 os artistas que actuam nos espectáculos temáticos do Cirque du Soleil onde a música ao vivo está sempre presente bem como o idioma Cirquish inventado pela companhia do Cirque du Soleil.

Não há dúvida alguma que esta companhia com vinte anos de existência é hoje em dia um dos maiores espectáculos do mundo, pois sabem conciliar toda a tradição com a tecnologia para nos oferecer excelentes espectáculos de um gosto e qualidade impar…por enquanto em Portugal apenas podemos ver em DVD e escutar em CD as belas trilhas sonoras de cada um dos espectáculos tais como Alegria, Varekai, Saltimbanco, Corteo entre outras…

Um destes dias perco a cabeça e dou um salto a Londres para ir ver ao vivo e a cores “Alegria”, pois ficou-me aqui na cabeça a martelar a vontade, ou melhor a ennnooorme vontade de ver Cirque du Soleil e maravilhar-me com um circo que disse não à prisão animal e provou e prova todos os dias que o circo pode ser um grande circo sem animais, e quando cai o pano aí a audiência consegue fechar finalmente a boca e tentar perceber que magia foi aquela que acabou de viver… foi a magia de um circo Moderno!!!!

Çá Vá? Oui Çá Vá Bien Merci

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Bela como sempre, a cidade faz bem justiça ao seu nome…A Cidade Luz.

Paris, abriu-me as portas ao novo ano com o seu esplendor, beleza e impressionante bom gosto. Louvre, Marais; Notre Dame, Musée D’Orsay, Pigalle, Bastille, George Pompidou; Place Vendome; Madelaine e as belas esplanadas que nos levam o couro e o cabelo por um café mas em troca oferecem magia para os nossos olhos.
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É assim Paris, com a Torre Eiffel a brilhar de hora em hora como que a avisar que o ano 2007 tem de ser mais brilhante e oponente que ela própria.
Torre Eiffel
O Sena corre tranquilo enquanto em Notre Dame se escuta os sinos a anunciarem o ano que agora chega e o Grand Palais que agora abriu renovado mostra a exposição da Disney. São aos milhões de turistas que não querem perder pitada e assim enchem os museus e todos os monumentos da cidade, eu deixei-me perder pelas ruelas de Paris e quando os pés reclamavam paragem sentava-me nas famosas esplanadas que aquecidas nos convidavam a ficar…
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Nas pontes do Sena ouvi um acordeão que tocava melodias de Piaf e nem mesmo o frio me impediu de ali ficar a escutar a nostalgia que dali saía.
Louvre
E antes da janta ainda houve tempo de dar um pulinho à Place Vendome que nos regala os olhos com as montras dos melhores joalheiros do mundo, onde os diamantes brilham mais que os holofotes que iluminam a estátua central da praça (La Colonne Vendôme), depois para afogar as mágoas de não termos bago para comprar nada de nada daquela praça que alberga o famoso Hotel Ritz, vamos até ao mítico buddha bar beber um cocktail.
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De caminho a casa acenámos ao Louvre e depois, depois é apanhar o Metro até Victor Hugo que amanhã há mais.
Louvre
Bonne Anée Paris, até à próxima vez

Falta um bocadinho assim...


E pronto o ano está quase a fechar as portas e a despedir-se da malta... fazendo uma retrospectiva do que foi 2006 posso dizer que foi um ano BOM!
Agradeço aos Deuses e às Good Vibes por me terem ajudado a ultrapassar 2006 com um sorriso nos lábios na maioria do tempo .
Aos amigos agradeço do fundo do coração por existirem e por serem as peças principais do puzzle da minha vida...vocês sabem que são o motor que me fazem andar para a frente e que sem vocês nada faria sentido.
A todos vocês desejo que 2007 seja um ano Cheio de VIDA, de coisas maravilhosas e que todos juntos aqui na Blogolândia possamos partilhar os momentos que decidimos anunciar nesta comunidade sem fronteiras.
Prometo que à meia noite bem pertinho do Louvre irei erguer a minha taça de Champagne e brindar em vossa honra porque voces MERECEM CARAGO!!!!!!!!!!!!!!!!!

FELIZ 2007

O Natal tá a Chegar Nem Consigo Acreditar!!!!

O Natal minha gente é um frenesim completo…mãe Mocha ocupadíssima na preparação de um fantástico peru recheado enquanto o bacalhau de molho, fica à espera que tudo fique pronto para a sua entrada triunfal nesta nossa mesa onde a palavra de ordem é rir…

O Natal é altura de se falar das mesmas coisas e rirmos do mesmo, os sonhos que alguém fez um ano e que mais pareciam bolas de golfe até à insistência de fazermos acreditar os 16 que participam no repasto natalício que as 21 horas podem ser transformadas em meia noite… é que a árvore já não comporta mais presentes nem aguenta a nossa ansiedade de rasgar aqueles embrulhos que ora podem ser um belo presente como pode ser uma qualquer jarra da loja do chinês ou quiçá um pavão a pilhas que dá gritos estridentes, acende os olhos e abre o seu leque um ornamento digno de se colocar em cima de qualquer televisor ou aparador lá de casa portanto.

E é assim o Natal na família do Mocho, com muita gargalhada até às tantas; o dia seguinte é de ressaca pura e por isso passamos o dia 25 embrulhados no edredon aqui na sala a ver os filmes que todos os anos passam na TV, depois é ver se conseguimos convencer os outros a se levantarem para ir à mesa buscar um pratinho de fatia dourada ou até mesmo de uma filhós que sabem bem melhor porque foram feitas na véspera.

Depois a noite…bem a noite convida a comer o que resta do peru de não sei quantos kilos que mãe Mocha preparou com tanto carinho… vêm os amigos para ajudar a mais um serão divertido…

Ai como eu adoro os Natais cá de casa…e por isso meus amigos, volto dia 26 ou 27 para contar mais novidades, a todos vocês desejo um FANTÁSTICO NATAL com tudo de bom pode ser? CLARO QUE PODE SER….TEM QUE SER ASSIM

Abraços do Mocho

What Friends are 4?

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Esta é a época em que a nossa massa cinzenta mais se esforça em questões de imaginação, brilha mais que a árvore aquele que comprar o presente que ninguém está à espera… cá em casa brincamos ao Natal Surpreendente, e por isso no sapatinho tanto podemos ter aquela colecção de DVDs que tanto gostamos como um fantástico ornamento comprado na loja do chinês…por isso a árvore de natal está carregada de surpresas, ora boas, ora mais suigeneris… é como as amendoas, só quando as trincamos é que sabemos se são ou não intragáveis!!!!!
Assim, lá me fiz à estrada numa tentativa de surpreender mais que todos (sim porque não é fácil face aos fortes concorrentes)…rumo a Sevilha na busca do presente ideal…mas afinal ele estava bem ao meu alcance…aqui mesmo à mão de semear…é que a nossa Molusca de serviço inventou uma nova forma de cosmética…diz-se aí à boca piquena que a coisa estava no mais absoluto sigilo e é por isso que a nossa miúda andava tão pálida e exausta nos últimos tempos…
As mãos cravejadinhas de calos de tanto espremer o aloé vera lá de casa e depois meus amigos foram baldes…baldes da sua própria baba e eis o néctar dos Deuses…a revolução na cosmética internacional….Senhoras e Senhores CARACOLINHA apresenta a sua própria linha de cosmética…Baba de Caracol + Aloé Vera…um creme hidratante graças às propriedades do Aloé…Vera, excelente para o Acne juvenil que nem se atreve a aparecer graças ao poder viscoso da baba de Caracol e por último excelente para a olheira mais renitente…acabou-se a rodela do pepino porque agora com Cremes Caracolinha a sua pele fica na Linha… Vamos lá divulgar o creme da rapariga porque a miúda não tem tido sucesso e ao que parece a loja já está no caminho do Trespasse…com a caracolada toda incluída...

E já que estamos no Natal ficam a saber que a piquena aceita encomendas para o seguinte e-mail: cremecaracolinha@gmail.com , na compra de duas paletes de boiões leva para casa um conjunto de suaves tolhetes húmidos gamados nos aviões da TAP completamente grátis. É aproveitar a promoção de Natal antes que esgote...a baba ao caracol !!!!!!!!!!!!!!!!

Entre aroma de Nardos y Hierbabuena


Recebeu-nos de braços abertos como se nos quisesse proteger do frio que se instalava por lá apesar do Sol majestoso que lhe dá o tom tão característico.

Já tinha saudades, aliás muitas saudades, mas Sevilha, lá estava, imponente, bela e cheia de vida apesar das obras infernais em que está envolta.

Foi um fim de semana alargado num frenesim de compras que intercalavam entre um prato de belas tapas e os copos de manzanilla numa tipica taverna na zona de Triana onde nasceu o Flamenco.

A Torre Del’Oro convidava os visitantes a atravessar as pontes do Quadalquivir em perfeita romaria.

Às 9 da noite eram aos “montones” pelas ruas, parecia que tudo se tinha esquecido do frio e o importante era calcurrear os becos e ruelas da cidade das igrejas e dos belos tascos onde o aroma a bocadillos de ramón se espalha pelo ar.
A dor nos pés é justificada pela alegria que nos vai nos olhos e na alma e é sempre assim quando se está em Sevilha, parece que somos enfeitiçados pelos belos fatos de flamenco que decoram as montras e pelo nacionalismo que ali se vive.

É assim a capital da Andaluzia, cheia de vida, cheia de diversão e mesmo quando o Inverno insiste em ficar, Sevilha sorri e acode-nos para uns dias magníficos de puro prazer e deleite…Hasta luego Sevilla nos vemos en la féria de Abril vale?

Depois é aprender um castelhano cantado e fazer Tchim tchim com muita caña ou para os mais tradicionais com manzanilla QB e dizer Salud com o melhor dos sorrisos de felicidade nas nossas caras.

O filho da Putin...


Em cima do piano está um copo com veneno quem bebeu morreu!!!!

Alexander Litvinenko foi desta para a melhor e tudo por causa da sua mania de ser má língua e de se meter onde não é chamado. O mais badalado espião dos dias de hoje (depois do James Bond que a esse nada lhe pega) andava a bisbilhotar a causa da morte de uma jornalista russa Anna Politkovskaya que por mera e apenas mera coincidência também não morria de amores pelo Presidente Russo.
E pronto lá foi ele até a um restaurante japonês ter com um homem que possivelmente lhe entregou as provas que incriminava os amiguinhos que se livraram da jornalista…vai daí, come três bocados de Sushi e logo logo sente uma grande azia e num abrir e fechar de pestana o senhor dá-lhe o badagaio…

Morreu envenenado com Tálio, ora nada mais simples, a substância parece Sal mas não é, não tem sabor e basta um pequena grama para fazer calar a boca de vez aos indesejáveis e parece que Alexander Litvinenko não era propriamente o amigo do peito de Putin, ah pois não!!!!



Claro que esta história está cheia de infelizes coincidências…é que foram logo morrer duas personagens que não gramavam Putin nem com molho de tomate é caso para perguntar…
HÁ COISAS FANTÁSTICAS NÃO HÁ????

A grande lata


Faz tempo que aqui não se fala de Xô Bento XVI. Pois eu confesso que já tinha saudades das suas pérolas…

Em tempos natalícios o senhor decidiu visitar a Turquia, país que ele se opõe determinantemente que entre para o grupo dos Estados membros da EU. Então pergunto-me eu…será que foi lá oferecer um Panetone ao governo turco ou um bolo-rei carregado de favas????

Os Turcos por seu lado andam doidos com a cara de pau do dito Papa, quer dizer, vamos lá ver se nos entendemos, então o rapaz enxovalha os muçulmanos num discurso do mais despropositado que há e não pede desculpa nem muda uma vírgula do que disse, depois sobre a entrada da Turquia no EU é um Cruzes Credo Canhoto e vai meter-se na boca do lobo???. E como se não bastasse vai encontrar-se com o lider turco da igreja Ortodoxa Turca...sim senhor que esperteza saloia. Agora vai saudando o povo turco enchendo-o de elogios e diz que a vida dele está nas mãos do Senhor da quando a sua visita a este país.…ora francamente ou se esgotaram as cápsulas moles ao senhor ou então foi desta que pirou de vez…
A segurança em Istambul é até aos dentes e nem uma mosca vai conseguir poisar no ombro de Sua Santidade, mas de ser vaiado o cardeal anti turco não se safa!!!!

E eu para aliviar depois de nada perceber fui até à capital do nosso pequeno país ver o absurdo de dinheiro que se gastou nas iluminações de rua…está bonito sim senhor, espero que ajude a iluminar as cabeças dos (dês)governantes deste país pois não falta muito e também são convidados para ocupar a cadeira de Pedro lá em Roma, pois ideias e medidas idiotas é coisa que não lhes falta.

Tenham uma boa semana

Diário de bordo - Edição Especial


Este é de facto um post feito por encomenda, e por isso para ti MCM aqui está o que me pediste... as dicas sobre as compras.

De facto Banguecoque é famosa também pelos seus mercados, é uma doideira pegada para quem adora regatear e comprar pechinchas que em lado nenhum se compra por aqueles preços; eu que o diga que vim com excesso de peso na bagagem e se não acreditam perguntem à nossa Caracolete que bem alancou com as bagagens quando me foi buscar ao aeroporto, ele era sacos, malas novas, embrulhos que vinham de fora, enfim uma parafernália de coisas que contado ninguém acredita, mas adiante que este post não é para falar dos meus comportamentos compulsivos ...
Ai os mercados os mercados e começo por onde deixa cá ver...OK Patpong, é um mercado que se inicia às seis da tarde e acaba por volta das 2 da manhã, são três ruas de puro delírio para quem adora torrar o dinheiro, há de tudo, desde a venda do corpo à peça mais fantástica de artesanato, regatear é a palavra de ordem e já sabem, depois de perguntarem o preço, a nossa oferta é no mínimo para metade…o acesso a este mercado é pela famosa Avenida Silom…toda a Avenida é composta por bancas a vender de tudo o que se pode imaginar…definitivamente Patpong é imperdivel. Se é seguro? Segurissimo e pode-se andar sem qualquer vestigio de perigo, claro que devemos tomar algumas precauções porque gente é o que não falta naquelas ruas.

Depois temos Chatuchak que funciona só aos sábados e domingos de 8 da manhã às 8 da noite. É um verdadeiro paraíso onde se pode comprar remédios medicinais, roupa tailandesa , instrumentos musicais, artesanato das tribos das montanhas, amuletos religiosos, antiguidades, flores, roupa da Índia e Nepal.

E se mesmo assim não estiverem satisfeitos podem sempre dar um pulinho até Pahurat, trata-se de um mercado hindu e encontra-se em Pahurat Road. Lá pode-se comprar saris, batiks , malayos e thais, saias malayas (sarongs) e tecidos de algodão.

E se mesmo assim achar que é pouco pode sempre dar um saltinho até Silom Village Trade Center em Silom Road bem junto ao Hotel Holiday Inn, aí encontra-se artesanato com excelente relação qualidade preço, com peças muito originais e com melhor qualidade que nos mercados. E se precisar de malas extras, em Silom Village Center também as há e pode comprar a preços inacreditáveis. Depois da estafa o melhor mesmo é sentar e jantar por lá é 5*****.

Quanto ao mercado das imitações deixo o juízo para quem vá lá ver com os seus próprios olhos, apenas digo que por vezes a imitação apresenta melhor qualidade que a peça original.

E pronto fica aqui todas as dicas que necessitam para uma excelente viagem onde as compras de Natal ficam a preço da Uva…

Nota de Rodapé: Atenção ao Excesso de Peso na bagagem

Nota de Rodapé 2: Não! Não sou o pai da criança que menciono no post anterior…sou um tio emprestado!

Desfeitas as dúvidas tenham uma excelente semana de trabalho

Boy or Girl? E lá se desfez a dúvida!!!!!!

E pronto não temos que esperar mais para saber…ela vem aí…a nossa panqueca com origens nas ilhas vulcânicas que alguns acreditam ser os picos da Atlântida…


Ah pois é a nossa ruiva Açoriana, acaba de anunciar que é menina e que não falta muito e já cá está fora para fazer a delicia de todos, avós, avôs, tias e tios (os de sangue e os emprestados).

Agora é tempo de celebrar e mimar ainda mais a mamã a nossa Gôda de serviço.


O Mochofalante dá um beijo muito grande à mãe e filhota e claro aguarda ansiosamente para dar as boas vindas ao rebento que teima em não mexer-se no útero da mãe…quem sabe com uma dose reforçada de laranja/limão a teimosa não se decide a dar o ar da sua graça…

Esta música talvez a ajude a dar um pézinho de dança...se não, talvez no concerto da banda ela decida que há vida para além das grandes sestas que faz na barriga da mãe!!!!


Diário de Bordo V

O dia oferecia chuva, afinal de contas as Monções ainda andavam por lá, mas nem a meteorologia conseguiu dissuadir os viajantes.

Phi Phi Islands, bem a Sul de Krabi, moram as famosas, Phi Phi Ley, Phi Phi Don (a ilha mais devastada pelo Tsunam de 2004). Integradas no parque natural de Phi Phi-Hat Nopparat, possuem uma beleza de cortar a respiração. As águas quentes e de cor verde convidam constantemente a um mergulho ao maravilhoso mundo aquático do Indico.

Ao longe avistamos a ilha que se tornou célebre quando Di Caprio nadava nas águas durante rodagem do filme ”A Praia”, de facto trata-se de uma praia paradisíaca com todos os atributos que o paraíso tem é claro que falo da fantástica Maya Beach onde não se pode pernoitar e ainda bem porque já basta o que a equipa americana das filmagens do filme fizeram à ilha ao interferir negativamente no ecossistema da mesma quando plantaram palmeiras para dar um ar mais tropical à coisa.
Depois de Bamboo Island e das belas lagoas oferecidas pelo Indico, temos Monkey Island, onde os animais nos aguardam ansiosamente por um naco da fresca melancia.

Por fim chega-se a Phi Phi Don onde ainda se sente a tristeza do Tsunami que ali matou muita gente. O silêncio impera na ilha que contrasta com a beleza da paisagem ao redor, mas o sorriso tailandês não se apagou e apesar das contrariedades do Universo ainda se sorri naquele lado do mundo.

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Em Phi Phi Don continuam as limpezas do Oceano na esperança de repor a harmonia que a natureza roubou e onde apenas uma mão cheia de árvores ficou de pé.

E na viagem temos tempo para pensar em nós, no que nos acontece, no nosso egoísmo e na nossa mesquinhez diária, quando afinal somos tão pequenos ao lado do Universo e que somos todos tão iguais e que nunca estamos a salvo da fúria maior que é a vingança de uma Natureza sedenta para repor o equilibrio da Terra. Ali está a prova disso, ontem era um paraíso, hoje um paraíso a renascer.

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É assim na Tailândia onde se acredita que nada acontece por acaso, o difícil é perceber o motivo mas é essa a força que os (nos deverá fazer sorrir) faz sorrir, que os faz viver…

Khob Kun Ka (Obrigado) Thailand!

Para uma estrela no Céu


Hoje é dia de olhar para Céu de forma diferente, especial, hoje é dia de continuar a sentir que estás aí a vigiar os meus passos e alisar a estrada do meu caminho.

Hoje tudo está mais claro, porque tu estás aí a soprar o grande bolo cujas velas iluminam o rasto do Universo.

Hoje é o teu dia Pai, e aí onde estás no Universo paralelo ao meu, quero que saibas que todos os dias olho para cima e te sorrio mesmo quando vês que as lágrimas me lavam o rosto é que a saudade não tem que sempre ser má pois não?...Um beijo

Diário de Bordo IV



Se o Paraíso existe, então a região de Krabi faz parte de uma das suas assoalhadas.

A paisagem parece um recorte dos Deuses, vegetação que cresce em grandes rochedos no meio do grande Oceano daquelas águas verdes esmeralda, quentes e inundadas de vida. O Resort, claro só pode ser um O Fabuloso Resort Tubkaak.

Ao longe bem no meio do Indico, as formações rochosas que emanam verde e vida…as ilhas Hong.

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São ilhas pertencentes à reserva natural da Tailândia, e com a quantia de 400 BATHS (8€) abre-se a porta deste mundo verde e de areia de coral, depois é desfrutar o mar, e mar e o mar…para isso basta alugar o barco que nos leva a nosso gosto a visitar as ilhas o tempo que o nosso próprio prazer desejar.

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Depois é o regresso ao Hotel de sonho, com apenas 42 quartos é como sentirmo-nos em casa onde nos tratam pelo nosso próprio nome e cada refeição é um momento único muito especial…só mesmo em Tubkaak Resort pois claro


Diário de Bordo III



O Rio ficava agora para trás mas uma nova travessia sobre a espiritualidade se abria aos nossos olhos. Estávamos prestes a assistir à verdadeira serenidade da espiritualidade que se respira pela Tailândia.

O templo ali estava, enorme, com o maior pagode do mundo, 110 metros dizem eles cheios de orgulho. Algures nos recônditos do templo encontra-se uma relíquia…um osso do próprio Buddha. Será por isso que torna este templo tão especial? Não sei, apenas agradeço à nossa guia que nos levou lá, quase isento de turismo conseguimos sentir toda a sua magnitude, poder e energia.

Aos monges não se dirige a palavra e eles por seu lado parecem estar num Universo paralelo ao nosso. As cores mais uma vez entram pelos nossos olhos adentro e alojam-se bem na nossa mente. As flores de Lótus complementam o Incenso que arde de forma constante, uma folha de ouro decora o corpo da estátua de Buddha que inicialmente se apresenta de negro e que vai ganhando tons de dourado à medida que as preces e agradecimentos aumentam.


Ali ficamos parados no meio daquela oração que nos enche a maré dos olhos e mesmo sem perceber uma palavra deixamo-nos levar pela ladainha dos sons e pela ternura dos olhos de quem pede ou agradece a Buddha a ajuda no caminho do Karma, sem penitências nem sofrimento agudo, o Budismo inspira e incentiva à bondade sem dividendos a posteriori,
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apenas é pedido que sejamos cada vez melhores como seres humanos e que nos respeitemos tal e qual como cada um é.

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E assim saímos de alma limpa com dificuldade de virar as costas ao templo que se despede de nós com um até breve…quem sabe se não nesta vida será na próxima.

Diário de Bordo II



O grande Buddha dá-nos as Boas Vindas à entrada deste rio que não pára. É um rio de vida própria, Ele é o motor que mexe aquela gente que vive, respira e ama aquele rio. São as águas que tudo dão e que tudo tiram mediante os caprichos da Natureza.

As barcaças vão em voltam em viagens estonteantes carregadas de turistas ansiosos por espreitar aquele estranho Mundo Novo.

O verde predomina e invade-nos os olhos e o tempo pára como que de propósito para podermos saborear aquele lugar único mesmo a 40 minutos da barulhenta e mística capital.


O Mercado Flutuante, lá está ele com a sua beleza muito própria, com os sorrisos a marcarem a ordem do dia e a comandar as vendas que ali se fazem de belas peças de artesanato. E as gentes…, ai as gentes é o que mais nos ficam nas memórias, sempre a lançarem simpatia, amabilidade e sorrisos, muitos sorrisos…
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Comer umas panquecas de coco numa folha de palmeira é uma experiência única e no fim agradecer com as mãos bem juntas a hospitalidade do lugar e depois voltar à barca que nos leva de novo para o mundo mais real o nosso mundo, onde tudo é mais certo e previsivel, mas isso só se passa dentro do taxi de vidros escuros que nos levam de regresso à capital, pois a saída estamos novamente numa das muitas estações do fantástico mundo Tailandês.
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E quando chegamos de novo à cidade, ao Hotel, sentimo-nos uns privilegiados por ter a felicidade e a sorte de nos ser permitido poder conhecer lugares assim.
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Diário de Bordo I


Welcome to a Magical World…é o que parece ouvirmos quando chegamos à capital da Tailândia desde 1782, ano em que Rama I decidiu que esta seria a capital do Reino do Sião que foi visitada pelos Tugas em 1511.

Banguecoque, uma Cidade cheia de contraste, divide-se entre o caos urbanístico e de ambiente poluído pela beleza estonteante dos seus monumentos e múltiplos aromas que se espalham pelo ar.

Eis a Cidade capital de uma Ásia imensa para ser explorada…os sorrisos constantes misturam-se pela beleza das orquídeas que nascem quase de modo selvagem e libertino dando cor à cidade que não dorme.

As ruas são enfeitadas por carripanas de vendedores de comida variada por Tuk Tuks que nos levam em viagens alucinantes após regatearmos o preço e gente que costura roupa nos passeios, ao fundo da avenida principal o mercado nocturno de PatPong, onde tudo se vende…onde tudo se compra à distância de um sorriso e de uma longa negociação.
E no meio da grande confusão eis que nos apresentam mesmo no coração de Banguecoque, a Cidade Antiga que hospeda o Grande Palácio e o Templo do Buda de Esmeralda (Wat Phra Keo), ambos construídos em 1783. Em tempos que já lá vão este Palácio foi a residência real sendo ainda utilizado para cerimónias de Estado e acontecimentos formais. É numa das mais belas capelas da Tailândia que está o Buda de Esmeralda, a imagem mais venerada do país
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e onde as oferendas ao Buddha se multiplicam entre flores de Lotus, diversas iguarias e claro muito incenso. Apesar dos milhares de visitantes, todos parecem respeitar o local que nos esmaga com a sua imponência da arquitectura única e do fabuloso estado de conservação, decididamente um lugar mágico que parece ter sido retirado de um filme de fadas…

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A máquina fotográfica anda num frenesim apontando para todos os lados excepto claro no interior da capela do Buddha Esmeralda que está a salvo dos flashs e da agitação do exterior, mas meus amigos por muito que se esforce, não há máquina que capte o que se vê e sente neste lugar certamente único no Mundo!

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