
Paris, abriu-me as portas ao novo ano com o seu esplendor, beleza e impressionante bom gosto. Louvre, Marais; Notre Dame, Musée D’Orsay, Pigalle, Bastille, George Pompidou; Place Vendome; Madelaine e as belas esplanadas que nos levam o couro e o cabelo por um café mas em troca oferecem magia para os nossos olhos.

É assim Paris, com a Torre Eiffel a brilhar de hora em hora como que a avisar que o ano 2007 tem de ser mais brilhante e oponente que ela própria.

O Sena corre tranquilo enquanto em Notre Dame se escuta os sinos a anunciarem o ano que agora chega e o Grand Palais que agora abriu renovado mostra a exposição da Disney. São aos milhões de turistas que não querem perder pitada e assim enchem os museus e todos os monumentos da cidade, eu deixei-me perder pelas ruelas de Paris e quando os pés reclamavam paragem sentava-me nas famosas esplanadas que aquecidas nos convidavam a ficar…
Nas pontes do Sena ouvi um acordeão que tocava melodias de Piaf e nem mesmo o frio me impediu de ali ficar a escutar a nostalgia que dali saía.

E antes da janta ainda houve tempo de dar um pulinho à Place Vendome que nos regala os olhos com as montras dos melhores joalheiros do mundo, onde os diamantes brilham mais que os holofotes que iluminam a estátua central da praça (La Colonne Vendôme), depois para afogar as mágoas de não termos bago para comprar nada de nada daquela praça que alberga o famoso Hotel Ritz, vamos até ao mítico buddha bar beber um cocktail.






















































